Imagem que flutua
linda ... nua
na memória fluída
como que imbuída
do sopro virginal
de virgem, só a alma
sempre pura
sempre calma
salvo quando apura
o desejo carnal
o que aliás
ocorre com frequência
fato normal
parte de sua essência
de mulher especial
quinta-feira, março 31, 2011
terça-feira, março 29, 2011
Brahma e a criação
As religiões Védicas e o Hinduismo produziram diversas histórias sobre a criação do mundo. Muitas delas se referem a um criador primordial, o deus Brahma.
Brahma teria espalhado sua luz pelo universo e se tornado a essência de tudo. Também criou o tempo e estabeleceu um ciclo de 4.320 milhões de anos de vida para o que havia criado. Terminado esse período, toda criação deixaria de existir e um novo ciclo poderia começar.
Entretanto, consciente de sua própria ignorância e temeroso sobre o futuro de sua criacão, Brahma resolveu descartá-la, e se fez noite. A noite começou a produzir seus próprios filhos da escuridão, que se tornaram os primeiros demônios.
Brhama, então, decidiu recomeçar o processo criativo e concebeu o sol e as estrelas que emitiam luzes capazes de balancear a escuridão da noite. E também criou os diversos deuses do panteão Hindu, para se contrapor aos demônios da noite.
Uma dos seres criados por Brahma para trazer luz ao mundo foi Vak (palavra). Brhama copulou repetidamente com Vak que mudava de forma continuamente, gerando as diversas formas de vida que conhecemos.
Da "semente" de Brahma caida na terra nasceram o primeiro homem e a primeira mulher.
É por isso que se considera que Brahma está presente em todos os seres vivos.
Brahma teria espalhado sua luz pelo universo e se tornado a essência de tudo. Também criou o tempo e estabeleceu um ciclo de 4.320 milhões de anos de vida para o que havia criado. Terminado esse período, toda criação deixaria de existir e um novo ciclo poderia começar.
Entretanto, consciente de sua própria ignorância e temeroso sobre o futuro de sua criacão, Brahma resolveu descartá-la, e se fez noite. A noite começou a produzir seus próprios filhos da escuridão, que se tornaram os primeiros demônios.
Brhama, então, decidiu recomeçar o processo criativo e concebeu o sol e as estrelas que emitiam luzes capazes de balancear a escuridão da noite. E também criou os diversos deuses do panteão Hindu, para se contrapor aos demônios da noite.
Uma dos seres criados por Brahma para trazer luz ao mundo foi Vak (palavra). Brhama copulou repetidamente com Vak que mudava de forma continuamente, gerando as diversas formas de vida que conhecemos.
Da "semente" de Brahma caida na terra nasceram o primeiro homem e a primeira mulher.
É por isso que se considera que Brahma está presente em todos os seres vivos.
domingo, março 27, 2011
Sobre o amor
Sempre que passeio pelos blogs e encontro os lamentos de minhas amigas blogueiras (os meninos raramente escrevem sobre seus sentimentos) sobre seus amores insatisfatórios, sou assaltado por uma certa angústia fraternal.
Sem ironias, o amor é lindo. E nos completa de uma forma tão bela que dá, sempre, vontade de compartilhar, de esparramá-lo pelo mundo.
Talvez o que eu chame de amor não seja a mesma coisa que você chama de amor.
Para mim o amor é, essencialmente, um sentimento de felicidade plena motivado pela existência.
Embora tenhamos a impressão de que ele é dirigido a uma pessoa ou às maravilhas da Criação ele, de fato, não o é. O aparente objeto do nosso amor é apenas o "gatilho" que dispara essa sensação.
O amor é um estado de espírito que nos ajuda a projetar um mundo melhor.
A princípio, o amor não depende do "outro".
Entretanto, embora existam vários caminhos para alcançar o estado de espírito amoroso (meditação, psicanálise, terapias corporais, etc.), o mais comum é vivenciarmos lampejos de amor a partir da relação com outras pessoas.
Por alguma razão misteriosa, algumas pessoas são capazes de nos transportar para esse estado de espírito com um olhar, um sorriso, um beijo, ou simplesmente por sua presença. Essa é, possivelmente, a maneira mais fácil de experimentar o amor. Não requer qualquer trabalho para desenvolvimento pessoal. O amor apenas "acontece".
Por isso, quem nunca buscou despertar o amor por conta própria (a maioria de nós) e que, provavelmente, nem saiba que isso é possível, desenvolve uma terrível dependência do "outro", que lhe desperta o amor, para amar e ser feliz.
Ao invés de aproveitar essa oportunidade única, oferecida pelo outro, de conhecer o amor, e desenvolver-se a partir daí para conquistar sua "independência", nos tornamos adictos, possessivos, exigentes, temerosos de perder a pessoa que chamamos de "amada".
Esse novo estado de espírito é incompatível com o amor. Daí, cada vez amamos menos na presença daquele pessoa e, quase sempre, a culpamos por isso.
Essa é a grande falácia que destroi os relacionamentos que chamamos de "amorosos": tornar o outro responsável pelo nosso estado de espírito, pelo nosso amor.
O amor, em sí, é simples.
Mas relacionamentos podem ser complicados, mesmo quando não depositamos equivocadamente essa responsabilidade sobre eles.
Você não precisa concordar comigo, mas se seus relacionamentos "amorosos" não tem dado certo, pode experimentar fazer diferente da próxima vez.
Quando voltar a encontrar uma dessas raras pessoas que despertam seu amor, faça um esforço para conter o impulso de posse. Experimente o amor. Deixe que ele se esparrame sobre todas as pessoas e coisas à sua volta, tirando o foco dessa pessoa especial que foi capaz de despertá-lo. Perceba como, nesse estado, você pode amar tudo e todos. Concentre-se no amor por si mesmo. Veja a pessoa importante e especial que você é, dotada da capacidade de amar tão completamente.
Esse exercício vai te dar, com o tempo, a capacidade de despertar o amor, de encontrar esse estado de espírito sem depender de um outro.
Quando isso acontecer, você estará pronto para se relacionar com aquela pessoa especial, sem a necessidade de posse, sem o medo da perda, sem exigências maiores.
Acredite, vale o esforço !
Sem ironias, o amor é lindo. E nos completa de uma forma tão bela que dá, sempre, vontade de compartilhar, de esparramá-lo pelo mundo.
Talvez o que eu chame de amor não seja a mesma coisa que você chama de amor.
Para mim o amor é, essencialmente, um sentimento de felicidade plena motivado pela existência.
Embora tenhamos a impressão de que ele é dirigido a uma pessoa ou às maravilhas da Criação ele, de fato, não o é. O aparente objeto do nosso amor é apenas o "gatilho" que dispara essa sensação.
O amor é um estado de espírito que nos ajuda a projetar um mundo melhor.
A princípio, o amor não depende do "outro".
Entretanto, embora existam vários caminhos para alcançar o estado de espírito amoroso (meditação, psicanálise, terapias corporais, etc.), o mais comum é vivenciarmos lampejos de amor a partir da relação com outras pessoas.
Por alguma razão misteriosa, algumas pessoas são capazes de nos transportar para esse estado de espírito com um olhar, um sorriso, um beijo, ou simplesmente por sua presença. Essa é, possivelmente, a maneira mais fácil de experimentar o amor. Não requer qualquer trabalho para desenvolvimento pessoal. O amor apenas "acontece".
Por isso, quem nunca buscou despertar o amor por conta própria (a maioria de nós) e que, provavelmente, nem saiba que isso é possível, desenvolve uma terrível dependência do "outro", que lhe desperta o amor, para amar e ser feliz.
Ao invés de aproveitar essa oportunidade única, oferecida pelo outro, de conhecer o amor, e desenvolver-se a partir daí para conquistar sua "independência", nos tornamos adictos, possessivos, exigentes, temerosos de perder a pessoa que chamamos de "amada".
Esse novo estado de espírito é incompatível com o amor. Daí, cada vez amamos menos na presença daquele pessoa e, quase sempre, a culpamos por isso.
Essa é a grande falácia que destroi os relacionamentos que chamamos de "amorosos": tornar o outro responsável pelo nosso estado de espírito, pelo nosso amor.
O amor, em sí, é simples.
Mas relacionamentos podem ser complicados, mesmo quando não depositamos equivocadamente essa responsabilidade sobre eles.
Você não precisa concordar comigo, mas se seus relacionamentos "amorosos" não tem dado certo, pode experimentar fazer diferente da próxima vez.
Quando voltar a encontrar uma dessas raras pessoas que despertam seu amor, faça um esforço para conter o impulso de posse. Experimente o amor. Deixe que ele se esparrame sobre todas as pessoas e coisas à sua volta, tirando o foco dessa pessoa especial que foi capaz de despertá-lo. Perceba como, nesse estado, você pode amar tudo e todos. Concentre-se no amor por si mesmo. Veja a pessoa importante e especial que você é, dotada da capacidade de amar tão completamente.
Esse exercício vai te dar, com o tempo, a capacidade de despertar o amor, de encontrar esse estado de espírito sem depender de um outro.
Quando isso acontecer, você estará pronto para se relacionar com aquela pessoa especial, sem a necessidade de posse, sem o medo da perda, sem exigências maiores.
Acredite, vale o esforço !
Esses cristãos, sempre deixando o homem na mão ...
Dois mil anos depois, a história se repete ... Cristo sacrificado e ninguém dando bola.
As fotos sobre a Hora do Planeta publicadas no site do UOL mostram diversos monumentos nas principais cidades do mundo que desligaram sua iluminação ontem à noite, em apoio ao movimento global (?).
Como no Rio, a colaboração da população mundial, a julgar pelas fotos, pareceu mínima. As janelas das casas e escritórios permaneceram iluminadas.
No Rio, os arrastões programados para a ocasião precisaram ser cancelados por excesso de iluminação.
Em outras capitais do mundo, a industria de velas desovou seus estoques em função das manifestações de populares no entorno dos monumentos o que, por outro lado, aumentou a emissão de CO2.
Uma senhora entrevistada pela reportagem do Arguta informou que fica impossível colaborar com eventos que coincidam com o horário da novela da Globo.
sexta-feira, março 25, 2011
Aphagão
Criada em Sidney (Austrália) pela WWF, em 2007, para demonstrar o apoio da população à luta contra as mudanças climáticas do nosso mundinho, a Hora do Planeta acontece neste sábado.
Sua colaboração se limita a apagar todas as luzes de sua casa, das 20h30 às 21h30.
Guilherme, meu filho produtor de conteúdos, sempre antenado, informou que a teoria da conspiração udigrude do momento é que a NASA seja a verdadeira mentora do movimento. Tratar-se-ia de uma preparação planetária para a execução de um plano de emergência de proteção do planeta contra a possível colisão de um mega-asteróide. Com todas as luzes apagadas a Terra ficaria praticamente invisível, diminuindo a chance do asteróide ser capaz de atingí-la.
Independentemente das razões manifestas ou veladas, quem viaja de avião à noite observa, com facilidade, que o planeta sofre de excesso de iluminação.
As implicações são as mais diversas e vão desde provocar severas crises de depressão nos pirilampos (popularmente chamados de vaga-lumes) até causar sérias alterações nos bio-ciclos de todas as criaturas vivas.
Mas viajar de avião também nos dá a possibilidade de observar alguns aspectos da natureza humana que me fazem encarar com ceticismo essas iniciativas.
O uso do banheiro é um bom exemplo. Nobres e educados executivos e executivas demonstram o quanto estão verdadeiramente preocupados com o "próximo" através do estado em que deixam o banheiro após o uso. Chega a ser inacreditável que aquela charmosa senhora com sapatos Prada ou aquele impecável cavalheiro de terno Armani e cabelos grisalhos façam tal esbórnia num espaço tão pequeno e não se deem ao trabalho de disfarçar. Urina na tampa do vazo sanitário e no chão, pia ensopada, papeis molhados espalhados pelos cantos, absorventes usados colocados nos locais mais inusitados e outras agressões ambientais localizadas de alta criatividade parecem quase propositais.
Dificil imaginar que essa população possa vir a se precupar em preservar o planeta que, convenhamos, é bem maior e exige muito mais disposição do que "dar um tapinha" no banheiro em prol do próximo.
De todo modo, os que pensam diferente e se preocupam com o planeta podem aproveitar essas oportunidades para semear exemplos contaminadores, promovendo a conscientização.
Nosso mundo precisa de carinho.
Sua colaboração se limita a apagar todas as luzes de sua casa, das 20h30 às 21h30.
Guilherme, meu filho produtor de conteúdos, sempre antenado, informou que a teoria da conspiração udigrude do momento é que a NASA seja a verdadeira mentora do movimento. Tratar-se-ia de uma preparação planetária para a execução de um plano de emergência de proteção do planeta contra a possível colisão de um mega-asteróide. Com todas as luzes apagadas a Terra ficaria praticamente invisível, diminuindo a chance do asteróide ser capaz de atingí-la.
Independentemente das razões manifestas ou veladas, quem viaja de avião à noite observa, com facilidade, que o planeta sofre de excesso de iluminação.
As implicações são as mais diversas e vão desde provocar severas crises de depressão nos pirilampos (popularmente chamados de vaga-lumes) até causar sérias alterações nos bio-ciclos de todas as criaturas vivas.
Mas viajar de avião também nos dá a possibilidade de observar alguns aspectos da natureza humana que me fazem encarar com ceticismo essas iniciativas.
O uso do banheiro é um bom exemplo. Nobres e educados executivos e executivas demonstram o quanto estão verdadeiramente preocupados com o "próximo" através do estado em que deixam o banheiro após o uso. Chega a ser inacreditável que aquela charmosa senhora com sapatos Prada ou aquele impecável cavalheiro de terno Armani e cabelos grisalhos façam tal esbórnia num espaço tão pequeno e não se deem ao trabalho de disfarçar. Urina na tampa do vazo sanitário e no chão, pia ensopada, papeis molhados espalhados pelos cantos, absorventes usados colocados nos locais mais inusitados e outras agressões ambientais localizadas de alta criatividade parecem quase propositais.
Dificil imaginar que essa população possa vir a se precupar em preservar o planeta que, convenhamos, é bem maior e exige muito mais disposição do que "dar um tapinha" no banheiro em prol do próximo.
De todo modo, os que pensam diferente e se preocupam com o planeta podem aproveitar essas oportunidades para semear exemplos contaminadores, promovendo a conscientização.
Nosso mundo precisa de carinho.
quarta-feira, março 23, 2011
Laranja Mecânica (A Clockwork Orange)
Da série "revendo filmes antigos" recomendo aos frequentadores do Arguta o excepcional "Laranja Mecânica" (1971) do britânico Stanley Kubrick.
O filme oferece uma oportunidade unicamente bem dirigida de se pensar sobre as diferentes visões de mundo, nossa dificuldade em aceitá-las e a vocação para encarar aquele que pensa diferente como um "doente" a ser tratado.
Não é um filme fácil de assistir e exige a capacidade de não se deixar levar pelo turbilhão emocional disparado pela extrema violéncia gratuíta.
Mas tem o mérito de não deixar que o expectador termine impune ...
O filme oferece uma oportunidade unicamente bem dirigida de se pensar sobre as diferentes visões de mundo, nossa dificuldade em aceitá-las e a vocação para encarar aquele que pensa diferente como um "doente" a ser tratado.
Não é um filme fácil de assistir e exige a capacidade de não se deixar levar pelo turbilhão emocional disparado pela extrema violéncia gratuíta.
Mas tem o mérito de não deixar que o expectador termine impune ...
Meia idéia
Concluí que estou cansado demais para postar ... cheio de meias idéias e sem energia para completá-las.
Faz-me lembrar uma citação que escutei outro dia do meu irmão: "o fato de só termos um plano não faz dele um plano melhor".
Escritores, artistas profissionais, humoristas, atores ... não podem se dar ao luxo de trabalhar apenas quando estão inspirados, assim como os mortais também não tem a opção de viver apenas quando estão motivados.
Mas em alguns momentos, podemos escolher fazer aquilo que, naquele instante, podemos fazer de melhor.
No meu presente caso, dormir ...
Faz-me lembrar uma citação que escutei outro dia do meu irmão: "o fato de só termos um plano não faz dele um plano melhor".
Escritores, artistas profissionais, humoristas, atores ... não podem se dar ao luxo de trabalhar apenas quando estão inspirados, assim como os mortais também não tem a opção de viver apenas quando estão motivados.
Mas em alguns momentos, podemos escolher fazer aquilo que, naquele instante, podemos fazer de melhor.
No meu presente caso, dormir ...
terça-feira, março 22, 2011
Gaiolas de ouro
Preso em Bueno Aires ... problemas de comunicação no aeroporto.
Ok, há lugares piores. A comida é fantástica, o tempo está ótimo e a lua linda.
Mas fato é que eu queria estar em São Paulo ...
Gaiolas de ouro são assim ... gaiolas.
Ok, há lugares piores. A comida é fantástica, o tempo está ótimo e a lua linda.
Mas fato é que eu queria estar em São Paulo ...
Gaiolas de ouro são assim ... gaiolas.
domingo, março 20, 2011
Antagonia
Aprendemos cedo a odiar o inimigo e a maldizer a situação adversa.
Quanto maior o inimigo e mais difícil a situação, mais será exigido de nós.
É nesse momento que nos damos conta das limitações e dos erros, uma oportunidade única de desenvolvimento.
O curioso é que umas das melhores definições de amor que já escutei (do meu ex-psicanalista) é algo como "amar é estar verdadeiramente interessado no desenvolvimento do outro".
Embora ainda acredite que o amor cotidiano é fruto de um encontro de neuroses complementares (essa definição é minha), também concordo com meu analista.
E, nesse sentido, nosso inimigo está bastante perto de nos dar uma demonstração de amor.
Mas a consciência de que a antagonia (acho que inventei essa palavra) tem seu lado positivo, certamente ajuda a enfrentar as dificuldades.
Quanto maior o inimigo e mais difícil a situação, mais será exigido de nós.
É nesse momento que nos damos conta das limitações e dos erros, uma oportunidade única de desenvolvimento.
O curioso é que umas das melhores definições de amor que já escutei (do meu ex-psicanalista) é algo como "amar é estar verdadeiramente interessado no desenvolvimento do outro".
Embora ainda acredite que o amor cotidiano é fruto de um encontro de neuroses complementares (essa definição é minha), também concordo com meu analista.
E, nesse sentido, nosso inimigo está bastante perto de nos dar uma demonstração de amor.
Lucas 6:28 - "Amai vossos inimigos... bendizei aos que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam..."
Prefiro não ter inimigos e passar ao largo de situações desagradáveis. E, com todo respeito ao bom Lucas, não pretendo orar pelos que me caluniam, embora realmente acredite que poderiam fazer coisas mais relevantes de suas vidas.Mas a consciência de que a antagonia (acho que inventei essa palavra) tem seu lado positivo, certamente ajuda a enfrentar as dificuldades.
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