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domingo, agosto 20, 2006

Sementes da intenção

Se não houver frutos, valeu a beleza das flores.
Se não houver flores, valeu a sombra das folhas.
Se não houver folhas, valeu a intenção da semente
(Henfil)

De boas intenções, o inferno esta cheio.
(ditado popular)

Se você não tentar, nem para o inferno consegue ir.
(a voz da experiência)

7 comentários:

alberto a v alves disse...

A intenção é um desejo que se frustra nela mesma, isto porque ela não produz qualquer efeito. Assim, se alguem realmente tiver um desejo, uma intenção e seja ela qual for... use o verbo agir e realize.
"O mundo está cheio de pessoas de boas intenções, mas de poucas pessoas que as fazem acontecer".
Flávio, você é "um cara" que faz acontecer. Sucesso para você.

Flavio Ferrari disse...

Caro e gentil amigo ... nesse momento, aqui em Juquehy, nada está acontecendo e eu estou colaborando para isso com entusiasmo.
Agora, fazendo um certo ajuste no seu comentário, creio que não é a intenção que traz no bojo a frustração. É a idealização. A comparação da realidade com a idealização é sempre frustrante.
É necessário aceitar a realidade (superando a frutração) para, então, interagir com ela de forma a chegar o mais perto possível do que intencionamos.

Saludos...

Glaura disse...

Flavio, bom descanso, mas volte logo!
Beijos

alberto a v alves disse...

Eu sempre tenho a tendência a concordar com você, mas neste momento, por outro ângulo vejo no ideal uma realidade como se fosse um objetivo a ser alcançado. Este então passa a ser um ponto estático aguardando o movimento de quem o idealizou para até ele chegar. Agora, se nada for feito ou realizado nunca se chegará ao que foi idealizado. No meu entender é aí onde está a frustração, ou seja, não se ter feito nada para se chegar ao ideal. A frustração existe simplesmente pela falta de atitude e é esta a comparação que se faz aí então com a dura realidade.

Um forte e fraterno abraço e aproveite muito bem Juquehy.

Até a volta.

Flavio Ferrari disse...

Alberto,

Voltamos ao ponto de partida ...
Tentando, talvez cheguemos.
Se não chegarmos, nos frustaremos.
Muita gente prefere não tentar o desconhecido para não correr o risco de enfrentar a frustração acompanhada da sensação de fracasso.
O conhecido é sempre mais acolhedor.

Glaura disse...

Engraçado você ter postado esse texto. Uma vez, há mais ou menos 20 anos, usei-o para acabar um namorico que não saia do lugar, e não era eu que não queria andar. Foi um sucesso! O namoro acabou não acontecendo mesmo, mas, nunca perdi o amigo!

Flavio Ferrari disse...

Glau,

Fiquei curioso...
Me conta essa história depois.
Bj